domingo, 8 de dezembro de 2013

Festas de final de ano: Como podem afetar as pessoas?


Festas de final de ano
Como podem afetar as pessoas?

Festas de final de ano remetem a renovação, prosperidade, esperança. As pessoas, geralmente buscam confraternizar, repensar suas atitudes, valores, prometem a si mesmas mudanças e conquistas, tanto no lado afetivo como no material.

As promessas de quando começar novo ano realizar objetivos são comuns. Perder peso, trocar de carro, melhorar a casa, conquistar um amor, esquecer alguém que não está mais presente, enfim, um novo ciclo da vida se inicia.

E como esse espírito trazido pelas festas de fim de ano afetam o comportamento das pessoas?

São apontados impactos significativos na vida das pessoas, tanto agregadores, quanto destrutivos. O momento de final de ano trás expectativas em relação ao futuro, aquilo que se conseguiu realizar, assim como daquilo que não se cumpriu.


Acompanhado disso, vem a exploração do comércio: compre, presenteie e comemore, caso não, o que resta?
Essa é a interrogação  que algumas pessoas se fazem. As festas de fim de ano  remetem a união, mas o que tem sido  relatado é uma extrema solidão interna rodeada de enfeites. É comum sentimentos de solidão, orfandade, angústia, tristeza e vazio. Cada pessoa vivencia a passagem de ano conforme sua história de vida, eventos que marcaram, a perda de um ente querido, divorcio, enfim.

É importante que as pessoas repensem o sentido que as festas de final de ano representam nas suas vidas. As significações pessoais acerca da finitude e início de um novo ano colaboram com as manifestações dos sentimentos gerados nessa época do ano.

Uma forma de comemorar sem impactos destrutivos as festas de final de ano é celebrar o amor e a fraternidade de forma sensível, sem apelar para compra de presentes para mascarar sentimentos vazios. Ser feliz, amar verdadeiramente, dar importância as pessoas queridas para si não somente numa data especifica, mas durante toda sua vida.
 

GISELE SODRE - Psicóloga e Acupunturista
scologi@gmail.com | (48) 9932-0955

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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Crianças que chupam o dedo

CHUPAR O DEDO
O que há escondido nesse hábito?


Desde a vida intra uterina, pode-se verificar o bebezinho  com o dedo na boca. Ele está treinando o reflexo de sucção, para quando chegar ao mundo, pegar o peito com vontade.

A sucção é para criança algo prazeroso, sendo a cavidade oral  a primeira zona erógena, ou seja, fonte de prazer. O ato de sugar alivia a tensão produzida pelo desconforto gástrico denominado fome.
 

Mas, vai além disso, daí a importância da amamentação enquanto fonte de alimentação, de suprimento de vínculo e afeto. Ao  sugar o peito da mãe o bebê experimenta uma sensação incrível de prazer e satisfação, desenvolve segurança, dominando as ansiedades naturais.

Quando por algum motivo isso não é possível, a sucção do dedo e chupeta vem a satisfazer essa necessidade de prazer e alivio de tensão.
Chupar o dedo é um hábito mais difícil de ser interrompido do que a chupeta. A criança tem mais autonomia para ter acesso, o dedo corresponde a características corpóreas como cheiro e a sensação de sucção.


Mas até quando isso se torna um problema?
Geralmente até os 6 anos isso precisa ser resolvido, com risco de problemas dentários dentre outros prejuízos na fala e emocionais.

Chupar o dedo pode denunciar uma ansiedade e requer ajuda profissional de um psicólogo. Chupar o dedo após o período de reflexo de sucção pode ser indício de comprometimento psicoemocional. Demais aspectos também podem compor o quadro clinico, como necessidade de afetos não supridos e dificuldades oro digestivas. Para identificar a causa da ansiedade, e não somente o comportamento, o psicólogo realiza um diagnóstico.

Como (NÃO) tratar a criança?
 
Chamo a atenção para os pais jamais xingar a criança, criticar, humilhar, expor para parentes e conhecidos sua dificuldade. Devo lembrar que esse problema foi adotado  pela criança mas criado, geralmente, pelos pais.

Métodos coercivos, de reforço negativos, tais como castigos, retirar coisas que gosta, são ineficientes e geram mais ansiedade. Podem ter consequências desastrosas no desenvolvimento da personalidade da criança.

Uma forma eficaz de lidar com a sucção digital (chupar o dedo) é desviar a atenção da criança para outra coisa, perguntar a ela se quer fazer um lanche, brincar. Para isso, os cuidadores devem prestar atenção no contexto mais preditor
 para que a criança leve a mão a boca.

Sucesso do tratamento
O sucesso do tratamento exige parceria dos cuidadores, profissionais e professores. Estar atento aos hábitos da criança, ouvir suas expressões afetivas e contexto  em que o hábito de sucção mais aparece. Assim, observar a frequência que a criança chupa o dedo, o tempo  que ela fica sugando e a intensidade da sucção são elementos embasadores do tratamento.

Precisando de ajuda e orientação?
Entre em contato!

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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

TDAH

TDAH
Vencer a doença é vencer o estigma.


O que é?
O TDAH é um transtorno de etiologia neurobiológica, genética (isto é, existe chances maiores de ele ser herdado), e psicológica (privação emocional prolongada).  Aparece na infância e pode persistir na vida adulta.

Sintomas
. O sintoma principal é impulsividade, sendo que aparece em pessoas de diferentes culturas

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Hiperatividade

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Desatenção

Por que a Psicologia pode fazer a diferença?

A psicoterapia é necessária tanto para a pessoa que tem o diagnóstico, como para sua família. As consequências do TDAH podem afetar a vida da pessoa em âmbito familiar, na escola, no profissional e também das pessoas que convivem com ela.

As co-morbidades aparecem no decorrer da descoberta do TDH:
. Deficiências especificas no aprendizado

. Ansiedade
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Depressão
. Tiques
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Abuso e/ou dependência de drogas no futuro

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Transtornos de humor

Muitos sintomas de TDAH não  são  conhecidos, por isso pode ser facilmente não compreendidos pelas demais pessoas. Geralmente são vistos como desajeitados, desatentos, impulsivos, mal educados etc. Não faltam termos pejorativos comumente ditos por pessoas que não conhecem  sobre o TDAH.

Tratamento
O tratamento exige uso de medicação, geralmente anfetaminas para tratar áreas de processos básicos cognitivos como atenção, motivação etc. O médico realiza a prescrição visando o menor efeito colateral e o qual  melhor se adapta ao  paciente.

Mas somente a medicação não é suficiente. A psicoterapia é uma importante forma de tratamento, pois tem por objetivo combater os rótulos na infância.
A dinâmica familiar e maneira como os pais compreendem e interagem com o TDAH faz toda a diferença na vida adulta dessa criança que recebe o  diagnóstico. A orientação aos pais se torna fundamental para o tratamento!

As crianças devem obter informações de cunho psicoeducacional sobre os objetivos do tratamento e ter espaço para expressar-se sobre este momento de sua vida. Essas ações se tornam preventivas nos focos de ansiedade, repercutindo na escola, em casa e demais habilidades sociais.

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terça-feira, 5 de novembro de 2013

ESQUIZOFRENIA

O que você precisa saber sobre a ESQUIZOFRENIA


A esquizofrenia é uma doença crônica de progressão espontânea, com evolução de perdas cognitivas nas áreas de abstração e de funções executivas.

Mas o que isso quer dizer?
A cada surto a pessoa vai ter uma perda, isso é gradativo.

O que quer dizer "surto"?
A pessoa sai do ar. Acontecem delírios (pensamentos) e alucinações (percepção órgão sensorial). As alucinações mais comuns são as auditivas, já as do tipo visual ocorrem com as características do objeto real.

Quais os sintomas da Esquizofrenia?
Os sintomas são divididos em positivos e negativos.
Os sintomas positivos, são: delirios, alucinações, distúrbio do pensamento, estereotipias e agressividade.
Os sintomas negativos, são: embotamento afetivo, isolamento social, discurso empobrecido e redução da vontade.

As pessoas que sofrem da doença apresentam potencial para suicídio, devendo os fatores de risco serem identificados e prevenidos.

A ESQUIZOFRENIA ATINGE IGUALMENTE HOMENS E MULHERES, GERALMENTE COM IDADE ENTRE 15 A 35 ANOS. ATINGE, SEM DISTINÇÃO, PESSOAS DE FATORES SOCIOECONÔMICOS E CULTURAIS DIVERSOS, PORÉM, INTERAGEM FATORES GENÉTICOS E AMBIENTAIS.
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Como tratar a esquizofrenia?
O tratamento medicamentoso geralmente é escolhido pelo médico, com antipsicóticos atípicos de segunda geração, por terem  menos efeitos colaterais.
O tratamento psicológico é necessário para a pessoa doente e para sua família. Ações psicoeducacionais sobre a evolução da esquizofrenia, sintomas e formas de conviver com os surtos, se tornam necessários para a qualidade de vida de todas as pessoas envolvidas.

Diminuir o impacto da doença na vida de quem é afetado e sofre com a esquizofrenia é um dos objetivos do tratamento. É identificado alto  nivel de angústia nestas pessoas, pela sensação de perda de controle da situação. A aliança terapêutica esclarece as expectativas sobre a doença e o tratamento, tornando possível um tratamento eficaz.

A participação da família é fundamental, pois a pessoa que sofre precisa de ajuda e não  consegue manejar todas as adversidades sozinho. A terapia busca desenvolver a autonomia da pessoa em lidar com os sintomas, mas o apoio da familia é primordial.


GISELE SODRE - Psicóloga e Acupunturista
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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

ANOREXIA, BULIMIA NERVOSA, VIGOREXIA
O QUE ACONTECE COM AS PESSOAS?
Pode parecer um fenômeno  novo, mas não.
O jejum era utilizado em muitas práticas na sociedade desde o século XIII em instituições religiosas. Nesta época, era comum algumas mulheres recorrerem a jejuns excessivos.
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Devemos lembrar que nesse tempo as mulheres assumiam papel de procriadoras, devendo obediência a hegemonia machista dominante. Para refugiarem-se das imposições, algumas delas jejuavam ate sumir a carne restando apenas os ossos.

Somente no século XIX a anorexia passou a ser foco de atenção clinica. É certo que essas pessoas parecem querer atingir um ideal, seja beleza, seja uma causa. O tema tem ocupado espaço na mídia e enchido os consultórios pela crescente demanda. Na contemporaneidade é estimulado o consumo, exposição de corpos perfeitos, como se não houvesse espaço para quem não cabe nos moldes do sucesso.

As pessoas vivem massificadas por um padrão, que quase robóticos, quantitativamente elaborados em pesos e medidas, sem possibilidades de discordância em estado de alienação.   

O que é?
ANOREXIA

Ocorre alterações do apetite e da imagem corporal, acomete principalmente mulheres jovens.
Na anorexia podemos destacar  a importância de fatores psicossociais e culturais, que determinam que a magreza é o padrão de beleza único. O início se apresenta com dietas restritivas, com terrível medo de engordar, distorção da imagem corporal, exercícios físicos constantes, onde o único foco torna-se perder peso e, para, isso passam a negligenciar todo  tipo de comida, ate a água.


BULIMIA 
Também é mais comum em mulheres jovens. Destacam-se fatores biopsicossociais, a pessoa se sente culpada, com dificuldade de auto controle e desejo de auto punição. A pessoa induz o vômito como método  compensatório após ter se alimentado, geralmente sai da dieta, e por medo  de engordar provoca o vômito.

VIGOREXIA

No século XX o ideal do corpo do homem passa a ser musculoso, um reflexo do poder e sucesso.
Assim temos, os padrões de beleza de homens fortes, com braços imensamente cheios de músculos. Essa busca por músculos definidos a qualquer preço, não importa se utilizará de esteroides anabolizantes ou compulsão por exercícios físicos até o esgotamento, com sobrecarga de peso humanamente impossível, é a obsessão por esse ideal de corpo esculpido e musculoso.
 

TODOS SÃO CONSIDERADOS PROBLEMAS DE IMAGEM CORPORAL.
Ou não se é suficientemente forte, ou magro.
O auto controle não está nas mãos da pessoa, o medo de não atingir o padrão ideal externo leva ao adoecimento.

MAS O QUE ACONTECE?

São muitos os fatores: biológicos, sociais, familiares, psicológicos, culturais e antropológicos.  Todos estes somam-se para compreender e interrelacionar o que acontece com estes indivíduos.

As pessoas começam a se sentir insatisfeitas, o medo é a emoção de base, "não posso estar como estou, preciso conseguir, alcançar esta meta, peso tal, medida tal". Os critérios para alcançar estes objetivos não parecem importar mais. As consequências, embora nocivas, não são mais percebidas, com os sintomas silenciados, restam os sentimentos de culpa.

As pessoas passam a viver em função de uma dieta, de um plano de exercícios, alteração e estreitamento  nas rotinas sociais, olhar voltado apenas o campo de interesse. Não é somente o corpo que se transforma, a mente é o principal a ser transformado.

A mídia influencia a cultura do consumo, só o que parece torna-se perceptível e, assim na massificação, a essência se perde.
As pessoas torna-se vazias por dentro e preenchidas artificialmente por fora. O sentir passa a ser ocupado pelo ser visto, pois esta lógica é o que importa. Parecer ter saúde é mais importante que ter saúde.


Mas será que estar em forma é sinônimo  de sentir-se bem, ou a sensação de bem estar é confundida com prazer e vaidade? Seria a utopia da felicidade?
O que se tem visto é que as pessoas buscam a correção, a transformação a partir de um molde, reconstrui-lo, cortar, torná-lo plástico até atingir o ideal fabricado pelas indústrias de consumo. O resultado que temos presenciado são pessoas cada vez mais insatisfeitas, consumindo mais e mais.
Muitas vezes, a consequência é a morte de homens e mulheres saudáveis, doentes por essa lógica alienante.
Há um predomínio de interesses que vende às pessoas o auto investimento constante, tanto no lazer, na cultura, no consumo, e principalmente na aparência, com o único objetivo de produzi r consumidores.

É importante que as pessoas realizem mudanças e transformações a partir de sua própria consciência critica. Deste modo poderá não cair na armadilha da alienação pós moderna.
Pense, viva e se sinta.
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O MAIS DIFÍCIL É DAR O PRIMEIRO PASSO...
Permita-se o autoconhecimento, você vai se surpreender com o que descobrirá! 

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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Agressividade no Trânsito

COMPORTAMENTO HUMANO: AGRESSIVIDADE NO TRÂNSITO
 

Os estudos apontam que é comum, em algum momento da vida do condutor, cometer deslizes. Quando se torna frequente, é uma questão de saúde pública e tem o nome, em diversas literaturas, de Road Rage.

POR QUE OCORRE?
O comportamento agressivo no trânsito surge do histórico de comportamento agressivos em outras instâncias da vida do sujeito. As causas mais comuns da ocorrência são um ambiente físico que estimule a raiva e o estresse (como muito barulho, calor, engarrafamentos e a sensação de anonimato), baixa fiscalização (sentimento de impunidade) e um ambiente social que permite e até incentiva esse comportamento, como é o caso dos outros condutores, amigos e familiares do agressor.

PERFIL
O sujeito agressivo tende a agir com a finalidade de menosprezar o comportamento alheio e as outras pessoas para realizar os seus próprios objetivos. Esse padrão costuma se manifestar em pessoas com baixa auto-estima, sentimento de culpa e ansiedade, relações interpessoais frágeis, complexos de superioridade e que apresentam dificuldade em lidar com o poder.

Tendem a ser controladores, vulneráveis ao isolamento e podem, em algum nível, elaborar fantasias para sustentar sua necessidade para a agressividade. Almeida (2011) diz que a maioria dos traços e sintomas que precedem ou estão em paralelo com a agressividade no trânsito podem ser tratados com psicoterapia.
FONTE: Psicologado - Artigos de Psicologia


Aprenda a lidar com os conflitos e permita-se uma vida mais equilibrada!

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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Estados afetivos intensos e a Teoria dos Cinco Elementos

ESTADOS AFETIVOS INTENSOS E OS CINCO ELEMENTOS
Consequências na Psique


As pessoas vivenciam diversas experiências que, a partir do exterior, ativam emoções. A interpretação de cada um transforma esses estímulos em motivos, o que gera as reações emocionais. Essas emoções podem ser estados afetivos, como a alegria, a raiva, o medo, tristeza, preocupações.

As emoções, se expressadas, contribuem para a manutenção de uma série de reações fisiológicas, já quando reprimidas, podem ser geradoras de doenças.

A Teoria dos Cinco Elementos vem do oriente e considera que o homem é constituído por elementos na natureza como o Fogo, a Água, a Terra, o Metal e a Madeira.

Esses cinco elementos estão representados por órgãos yin do corpo humano: o Coração, o Rim, o Baço-Pâncreas, Pulmão e o Fígado, respectivamente.


Cada um desses órgãos são afetados por uma emoção correspondente que, quando em excesso, causa um desequilíbrio da homeostase desse órgão e, consequentemente, todo o resto do sistema será afetado.
Desta forma, a alegria excessiva prejudica o coração, que governa as emoções. A raiva excessiva ao fígado, que governa o movimento psíquico de exteriorização. A preocupação excessiva atinge ao baço-pancreas, que governa a reflexão. O medo aos rins, que governa a vontade de sobrevivência do indivíduo e da espécie. E a tristeza ao pulmão, que governa o movimento de interiorização.
 
O desequilíbrio em algum desses movimentos, seja Água, Fogo, Madeira, Metal ou Terra, vai ser manifestado em doenças.

O quanto antes corrigido o desequilíbrio, melhor será a recuperação, pois os cinco elementos se inter-relacionam por ciclos de geração e ciclos de controle, para deste modo garantir o equilíbrio sem um se sobrepor ao outro.

A manutenção de um estado de equilíbrio da psique depende, dentre outros fatores, um estilo de vida saudável, em que a pessoa se sinta realizada em sua vida e que suas escolhas sejam congruentes aos seus sentimentos.

De nada resolve fechar os olhos e empurrar as situações como estão, quando sente-se que nada vai bem, seja por sofrer no conforto ou medo de enfrentar a realidade.
O caminho do adoecimento pode ser longo, descubra o equívoco o quanto antes, equilibre-se e seja mais feliz.
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O MAIS DIFÍCIL É DAR O PRIMEIRO PASSO...
Permita-se o autoconhecimento, você vai se surpreender com o que descobrirá! 

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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

PENSAMENTOS SAUDÁVEIS: Como eles influenciam a sua vida?


Você sabe como os PENSAMENTOS SAUDÁVEIS podem influenciar a sua vida?

Pensamentos estão presentes na mente das pessoas todo tempo, mas a presença de pensamentos irreais ou atormentadores influenciam o estado interno, trazendo problemas ao serem manifestados no comportamento.

As queixas geralmente são de como se esses pensamentos invadissem a cabeça e a pessoa não conseguisse desviá-los, pois sem querer estão lá. Esses pensamentos podem ser preocupações excessivas sobre situações estressantes e ameaçadoras futuras.

Utilizamos a palavra pensar para nomear uma ampla gama de funções mentais. Esses elementos do pensar acontecem pela imagem, pela ação e pela representação. As experiências adquiridas na vida e a forma como se aprendeu  a se relacionar com o mundo e consigo mesmo influenciam nos pensamentos. 

As emoções acompanham os pensamentos, por isso pensar em coisas ruins deixa a pessoa com mal estar. 

Isso repercute em todas as esferas da vida: dificuldades nos relacionamentos, tomada de decisões importantes na vida, o cuidado com a saúde, ruminar situações vividas no passado, presente ou futuro, sem conseguir encontrar uma solução saudável. 

AS EXPERIÊNCIAS PASSADAS INFLUENCIAM AS EMOÇÕES E TAMBÉM ALTERAM A COGNIÇÃO, ou seja, a interpretação frente à vida.

O pensamento positivo ajuda você a vencer a ansiedade, depressão e a evitar pensamentos negativos. Faz com que você se sinta mais confiante sobre suas habilidades.
Cultivar esses pensamentos é questão de saúde mental! 
A Psicoterapia ajuda as pessoas de forma profilática contra a depressão e outros problemas, ajudando a construir pensamentos positivos.
 
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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Os Relacionamentos nos dias de hoje


HOMEM E MULHER: COMO COMPREENDER ESSA RELAÇÃO NOS DIAS DE HOJE?

Somos fruto de uma sociedade patriarcal que dita regras e papéis a homens e mulheres.
O casamento foi estruturado a partir disso e, sem considerar as características individuais de cada um, não mais condiz com a realidade atual.

Os valores culturais estão em transição e o casamento homossexual é uma das principais mudanças, em que o afeto se sobrepõe ao da reprodução. A família está ampliando sua configuração, cada vez mais tem crescido o número de mulheres chefes de família, de pessoas escolhendo ficar solteiras, além da própria tecnologia avançada, transformando a vida das pessoas e oportunizando a crescente transformação que se está vivendo hoje.

E as diferenças entre homens e mulheres tão discriminadamente estereotipadas, como identificar esses papéis?
Bem, estamos caminhando para que essas diferenças homem-mulher e seus papéis fiquem atrelados a questões pessoais de personalidade. Assim, um homem pode ser sensível, demonstrar suas emoções, perdoar uma infidelidade se assim desejar, aceitar o destaque profissional da mulher e também que ela ganhe mais que ele. De mesmo modo, a mulher pode escolher não ter filho, casar ou não, ter uma vida sexual ativa com mais de um parceiro, poder dizer não a violência conjugal, ter iniciativa na relação, dar preferência ao investimento na carreira.

Características antes tão demarcadas pela cultura, que atribuía papéis conforme o sexo de maneira desigual na relação entre o feminino e o masculino, sem privilegiar um  ou outro,  porque ambos eram aprisionados, pois sofriam de maneiras diferentes.  Ao homem cabia o poder, a iniciativa, a força, enquanto que para a mulher a obediência, a fragilidade e a passividade.

O que hoje um espera do outro na relação?
Tenho percebido em meu consultório que algumas mulheres esperam que o homem desempenhe a função do papel construído nesses moldes patriarcais, de provedor. Enquanto que os homens sofrem por não mais dar conta dessa idealização de sua figura e temem não encontrar a figura idealizada da mulher que cuida e zela por eles.

A idealização leva a frustração!
Resultado disso: Ambos sofrem com desentendimentos, criando um enorme vazio existencial. Os sintomas disto são incansáveis buscas sem nada encontrar. É o que se vê na busca pelo corpo perfeito, carros caros, consumismo desenfreado, estereótipos criados a serviço da vaidade que não leva a nada, só a frustração e descrença no amor.

Como o relacionamento dá certo nos dias de hoje?
Homens e mulheres buscam realização pessoal em suas vidas, traçam objetivos e seguem em busca de parceiros que possam se complementar nas diferenças e se unirem das similaridades.  Esse é o jeito mais almejado por ambos para quê uma relação dê certo. A relação de respeito e mutualidade tem sido mais a opção das pessoas, em detrimento de uma relação de dependência e com princípios deterministas do que um deve e o outro pode. O sentido dessa relação em suas vidas tem peso maior na escolha da pessoa amada.

Vejo sob uma ótica positiva as relações amorosas nos tempos atuais, apesar de ainda, é claro, haver resquícios de uma cultura retrógrada e estereotipada. Porém, cada vez mais isso se torna exceção. Para isso, é importante que as pessoas ressignifiquem e revalorizem seus conceitos e valores. O autoconhecimento é uma forma disso.


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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Mulheres e Autoestima

MULHERES E AUTOESTIMA

  
São muitas as formas de violência contra a mulher, seja em casa, na exposição da mídia, seja no trabalho.

A falta de reconhecimento do companheiro, as duplas, triplas jornadas, o cuidar da casa, cuidar dos filhos, trabalhar fora e, como se tudo isso não bastasse, ainda a pressão de estar em dia com a aparência, são alguns dos muitos motivos de estresse feminino.

Revistas, novelas e internet mostram tendências de como uma mulher bonita e moderna deve ser. Porém, não é nada fácil corresponder expectativas o tempo todo, o que acaba fazendo a mulher sentir-se um fracasso, por não conseguir atingir algo que parece tão óbvio.

E quais são os efeitos dessa cobrança excessiva para as mulheres?


Os padrões estéticos cada vez mais exigentes e pouco acessíveis a maioria das mulheres, pelo alto custo financeiro, geram frustração e sentimento de impotência, acarretando numa baixa autoestima.

As implicações éticas e morais também ocorrem. Algumas mulheres se tornam reféns do mundo machista, no qual coloca-se a mulher como objeto de apreciação. A concorrência pela atenção masculina torna-se algo almejado mas, na verdade, não é somente o desejo que se busca, as mulheres querem ser amadas, protegidas e satisfeitas emocionalmente.

Muitas mulheres estão sozinhas, sem nenhum relacionamento afetivo realizador. Esse fato gera angústia e baixa autoestima, sentimentos que acabam fazendo opta-las por relacionamentos infelizes. Isso pode ser totalmente prejudicial em termos afetivos, morais e financeiros, pois os prejuízos se refletem na insatisfação consigo mesma, e aí vem a pergunta mais comum entre as mulheres: O que preciso melhorar?

As respostas mais buscadas se encontram nas academias, nos bares e casas noturnas, cada vez mais frequentados por mulheres, sempre procurando algo. Mas será que encontram? Será esse o caminho?

Existe uma violência simbólica contra a mulher, uma realidade paralela que não corresponde a realidade interior, que consequentemente acarreta na baixa autoestima - nem sempre refletida no espelho, mas em seu coração.

A mulher conquistou e ainda luta por um espaço justo e de direitos na sociedade. Mas lutar contra formas de aprisionamento é o caminho mais oportuno para todas as mulheres.

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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Qualidade de vida

QUALIDADE DE VIDA - VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA?


Qualidade de vida é o método utilizado para medir as condições de vida de um ser humano. Envolve o bem físico, mental, psicológico e emocional, relacionamentos sociais, como família e amigos, e também saúde, educação e outras circunstâncias da vida. 

Geralmente, saúde e qualidade de vida são dois temas muito relacionados, uma vez que a saúde contribui para melhorar a qualidade de vida dos indivíduos e esta é fundamental para que um indivíduo ou comunidade tenha saúde. 

Mas, não significa apenas saúde física e mental, mas sim que essas pessoas estejam bem consigo mesmo, com a vida, com as pessoas que os cercam, enfim, TER QUALIDADE DE VIDA É TER EQUILÍBRIO! 

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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Roer unhas x Ansiedade

QUEM RÓI UNHAS É ANSIOSO?


O ato de colocar as unhas na boca é comumente visto nas crianças, geralmente em torno de 3 anos de idade. Este hábito pode durar até a adolescência ou durante toda a vida, principalmente se copiou este ato de alguém, fazendo parte do seu repertório de comportamento.

Porém, o hábito de roer as unhas pode ser também um modo de reduzir uma tensão interna. É comum, por exemplo, crianças que estejam passando  por fase de separação de figuras afetivas importantes, como pai, mãe, avós, amigos, mudanças de cidade, etc, levarem as mãos à boca para roer as unhas frequentemente.

Mas este hábito não faz parte apenas do mundo infantil, adultos também são acometidos.
Há relatos que o fato de roer unhas implicou em prejuízo na vida profissional, sendo preterido  em entrevistas de emprego. Muito mais do que a aparência das mãos, as unhas roídas indicam geralmente focos de tensão, ansiedade, tédio, cansaço e estresse em algum momento especifico da vida, que acaba por desencadear o hábito.

Quando procurar ajuda?
A sensação de desconforto  não é agradável , sentir-se tenso, com uma agonia que não sabe da onde vem, indica que algo está errado. Os prejuízos  na vida da pessoa devem ser avaliados. 
A típica pergunta "você rói unhas?" geralmente traz constrangimentos, porém, é possível resolver algo que o incomoda.

Tratamentos:
As causas de ordem psicológica como ansiedade, estresse, tensão, dificuldades diante de algum momento na vida, podem receber ajuda profissional de um psicólogo. 
A entrevista clinica psicológica é um instrumento eficaz na identificação da demanda e realização de um plano terapêutico.

BUSCANDO EQUILÍBRIO, BEM ESTAR E QUALIDADE DE VIDA?
Dê o primeiro passo!

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